POR CURIOSIDADE, ACABEI ME DANDO MAL (PARTE 3)

POR CURIOSIDADE, ACABEI ME DANDO MAL (PARTE 3)
“A caminho do hotel, voltamos calados, eu não conseguia olhar na cara dela e ela também não me encarava. Parecia satisfeita, cansada e um pouco esnobe.

Eu sentia raiva de mim mesmo, por ter sentido tesão em alguns momentos e na medida que o efeito do álcool ia abaixando em Júlia – devido à distância de casa para o hotel -, acredito que o arrependimento, ou talvez pelo menos, o remorso que, ela começava a sentir.

Chegando ao hotel, subimos calados e ao entrarmos no quarto, ela foi direta para o banheiro com bolsa e tudo, demorando bastante lá. Minha esposa saiu com a toalha enrolada no corpo, com os cabelos molhados, indo em direção a suas roupas.

Ao desenrolar a toalha, pude num breve momento ver o quanto sua boceta ainda estava vermelha e inchada.

Júlia, sem calcinha e sutiã vestiu apenas um leve pijama preto, semitransparente, o que contrastava com sua pele branca e a deixava ainda mais sexy. Deitou-se virada para o lado de fora da cama e foi dormir sem dizer nada.

Entrei para também tomar banho e lembranças do acontecido me vinham na medida que a água descia. Uma sensação estranha de prazer aparecia novamente, mas eu queria negar, pois no meu pensamento, aquilo feria minha masculinidade, ou pelo menos, o que restava dela!

Lembrei de como Júlia estava vestida naquele momento, o que atiçou ainda mais meu tesão, fazendo eu me entregar aquele momento. Quando dei por mim, já estava punhetando meu pau que por sinal é bem mais fino e uns 4 cm menor que o de Antônio.

Os pensamentos de como vi Júlia naquele lugar, de quatro do meu lado, implorando por rola, os movimentos ritmados daquele que judiava de sua bucetinha e a forma como Antônio tinha-nos feito chegar aquele ponto me deixavam louco. Na medida que eu aumentava a velocidade das mãos, eu sentia uma enorme raiva de mim mesmo.

Porra, como posso aceitar minha esposa com outro?!… Mas não tinha jeito, o tesão naquele momento era muito grande e acabei gozando ali, me lembrando de como Júlia tinha gozado na rola daquele macho, que tanto eu quanto ela, tínhamos desprezado no começo da noite.

Logo após gozar, veio a depressão e eu me crucificava por ter feito aquilo. Na casa tinha a desculpa de que talvez, tivesse sido levado pelo álcool, mas ali não, eu já não estava mais tonto, não aceitava o tesão.

Assimilei minha demora no banheiro com a dela e pensei:

“Será que ela não se arrependeu? Será que se tocou lembrando de tudo? ”

Senti ciúmes e medo de que talvez ela pudesse querer continuar com aquilo. Eu amava muito a minha esposa.

Saí do banheiro e fui deitar. Não conseguia dormir, só ficava remoendo o acontecido.

Pensamentos confusos vinham e embaralhavam minha mente e inconscientemente, aquilo começava a me excitar novamente.

Tentei uma aproximação de Júlia e antes de tocá-la, recuei. Pensei que provavelmente ela não aceitaria, devido ao fato de ainda estar com a boceta vermelha e inchada, como eu mesmo tinha constatado minutos atrás.

“Não posso aceitar isso! Como posso sentir tesão em ver minha mulher com outro? ”

Eu murmurava em pensamentos. Algum tempo depois, acabei pegando no sono.

De manhã ao acordarmos, continuávamos sem conversar. O silêncio me incomodava, até que decidi ir atrás para tentarmos entender o que tinha acontecido naquela noite.

– Amor, o silêncio não está fazendo bem e ficarmos como se fôssemos estranhos aqui, não vai dar em nada. Acho que precisamos conversar, em relação com o que aconteceu.

Disse eu

Ela respondeu me olhando:

– Tudo bem amor, pode falar.

– Quero primeiramente dizer que não estou com raiva de você pelo acontecido, a julgar que praticamente te obriguei ir naquele lugar, que não pretendo visitar mais. Mas o que você está sentido agora?

– Tudo bem Leonardo! Acho que tivemos uma recaída, mas a principal culpa foi sua mesmo e, isso você não pode negar. Eu não sei o que estou sentindo, é tudo tão confuso. Sinceramente, eu gostei, mas não quero fazer de novo. Isso poderia destruir nosso relacionamento.

O fato de ela ter dito que gostou, o que eu já sabia, me deixou com ciúmes, não queria ter ouvido isso dela, naquele momento, então tentei abafar, dizendo:

– Vamos tentar esquecer isso e seguir nossas vidas em frente, como se nada tivesse acontecido. Saiba que eu te amo!

Segui com o diálogo.

– Tudo bem amor, também amo você!

O clima entre a gente ainda era desconfortável. Durante a tarde tentei o primeiro contato íntimo que foi negado com a desculpa de que ainda não estava se sentido bem, acompanhado de um pedido de desculpas. Resolvi respeitar e não forçar a barra.

O dia correu e tentávamos fingir que nada tinha acontecido.

Passaram-se alguns dias e tudo parecia ter voltado ao normal, mas às vezes, alguns pensamentos ainda me assombravam.

Numa sexta feira, tínhamos uma festa de salão para irmos à noite. Ingressos online já tinham sido adquiridos com antecedência, quando decidimos que iríamos viajar.

Eram dezessete horas e pouco e nós nos arrumávamos para sair, era uma festa Sunset

Se tem uma coisa que é a cara do verão catarinense é trocar a balada que vara a mad**gada pelas festas Sunset (pôr do sol), que começam no final da tarde e terminam em tempo de dormir antes da meia-noite. Esse modelo de festa não é exatamente uma novidade: nativos e turistas endinheirados já curtem os famosos Sunset de Jurerê Internacional há temporadas. Ideais para quem quer curtir uma praia ou tem que trabalhar na manhã seguinte, elas geralmente são à beira-mar e ao ar livre.

Ela estava vestida de uma forma que me fez acreditar que teríamos nossa primeira noite, depois do que aconteceu na casa de swing. Ela vestia uma calcinha vermelha fio dental que eu amava, transparente e bem pequena na frente, e que mal cobria sua bocetinha que sempre estava depilada, dois fios pequenos, ligavam a parte da frente na de trás da calcinha, e por cima, ela usava um vestido preto colado que ia até metade das coxas, com um decote não tão escandaloso, mas que realçava seus seios, que já estavam empinados devido ao sutiã. Ela calçou saltos altos que a deixavam empinadinha em cima dele. Minha esposa era muito gostosa.

Pegamos um táxi e partimos para o salão. Chegando lá, avistamos o local bem cheio, com muita gente bonita com idades variadas.

Ao som da música que tocava eu e Júlia dançávamos e bebíamos. O tempo ia passando e as vezes encontrávamos alguns amigos que moravam na cidade, conversávamos, riamos e decidimos descansar um pouco.

Nos sentamos a sós, numa mesa de canto. Ambos já estávamos alegres pelo álcool, e eu comecei a passar a mão em suas pernas e ela apertou meu pau, ela estava muito safada, e me olhava com cara de puta, quando de repente, vejo ela fechar a cara como se tivesse visto um fantasma!

Perguntei o que era e ela disse que não era nada, e bebendo mais um gole de cerveja, me beijando em seguida…. Deixei passar!

Me levantei para ir ao banheiro e Júlia me segura pelo braço e pede para eu não demorar.

Acenei positivo com a cabeça e fui, quando voltei, ela disse que estava esperando eu voltar para ir também. Me sentei e ela foi. Quando voltou, fomos para a pista e o relógio girava. O salão já se esvaziava. Nessas horas, todos os nossos amigos já tinham ido embora. Enquanto dançávamos e relávamos, um no outro, meu pau ia endurecendo, e ela percebendo isso, me provocava passando a mão, enquanto sussurrava que já estava molhadinha e cheia de tesão!

Isso só aumentava a minha vontade de fodê-la, e sabia que daquela noite não passaria. Aproveitei sua safadeza e falei para irmos embora, e quando estávamos quase na porta, ela me pede para esperar um pouco que queria ir ao banheiro uma última vez, já que não iria dar para aguentar até chegar no hotel, e foi.

Fiquei esperando mas comecei a estranhar sua demora, sendo que o salão já estava mais vazio, esperei mais um pouco e decidi ir atrás dela, chegando próximo ao banheiro, esperei um pouco e nada. Fui em direção a um garçom que estava na porta dos fundos e perguntei a respeito dela, descrevendo-a.

Ele me entregou um bilhete escrito o nome e número do quarto de um motel e disse rindo debochadamente, que ela tinha saído pela porta dos fundos com um cara, e que esse cara tinha pedido para ele me entregar o papel e disse que era para eu ir também, que estariam me esperando.

Gelei na hora, e corri para fora do salão e pegando logo um taxi, entregando o bilhete pedindo para ele ir rápido.

No caminho, a minha mente começou a dar nó, quando lembrei que Antônio tinha dito que aquela só tinha sido a primeira, e suando frio, eu comecei a tremer.

– Seria aquele homem de novo? Eu teria coragem de encará-lo? Júlia tinha cedido novamente? Qual seria minha reação ao encontrá-los no quarto? Eram muitas as perguntas na minha mente e, numa fração de segundos, sem ao menos ter certeza de que era ele.

Lembrei-me de Júlia ter visto o tal fantasma e a minha intuição de corno, fazia eu ter certeza de que era ele.

Cheguei ao motel e paguei ao taxista, agradecendo apreensivo.

Anunciei minha entrada na portaria e a atendente disse que tinham liberado minha subida. Me dirigi ao quarto na certeza de que não iria aceitar aquilo, mas inconscientemente, os meus pensamentos se dirigiam a aquele dia na casa de swing e contrariando meu orgulho, minha rola começou a endurecer. Eu novamente estava com tesão, e parecia que ia aceitar aquilo tudo de novo.

Esperei um pouco na porta para ver se o tesão abaixava, mas pelo contrário, ele só aumentava, já estava imaginando o que ele poderia fazer com Júlia naquela noite.

Suspirei alto, lá dentro, ouço a voz de Júlia meio gaga como se estivesse com a boca cheia, perguntando se era eu, então confirmei.

Júlia então, disse para eu entrar.

Quando entrei, meu corpo inteiro tremeu e senti um grande aperto no peito.

Confesso que que senti até um pouco de medo, quando vi minha esposa ainda de roupas ajoelhada na frente de Antônio que em pé atolava aquela piroca grossa na boca dela.

Júlia chupava tudo com muito prazer, quando ele me vê, disse rindo:

-Preparado para o segundo round, corninho?

Quando vi essa putinha ali sozinha, perto do banheiro, logo pensei: Isso é mesmo, coisa de um comedor, uma puta e um corno, mesmo, até o acaso nos faz encontrar.

Fui até ela e quando passei a mão no seu pescoço, só no arrepio que senti nela, já vi que ela estava doida para levar ferro, e ela até tentou fugir, quando percebeu que era eu, dizendo que estava apertada, querendo usar o banheiro.

Falei para ela ir mijar lá fora, que teríamos que ir logo, e então, levei ela para o canto e meti um dedo dentro da bocetinha daquela cadela e advinha só, ela já estava ensopada!

Começou a gemer e rebolar, só com meus dedos na boceta. Como uma boa vadia submissa, até pediu por favor, para eu parar, mas pelo tanto que se arrepiava, eu sabia que ela queria mesmo era sentar numa rola.

Quando fui ver, ela já estava dentro do meu carro, mamando igual uma vaca, e você lá plantado esperando igual um corno idiota.

Acredito que você deixou ela assim, molhadinha para mim, e eu até agradeço, mas agora, deixa que o pai termina. Se quiser, pode sentar-se aí e aproveitar, porquê tenho umas 4 horas para esfolar a boceta e arrombar o cuzinho dessa vagabunda, e você, seu corno, novamente só vai assistir.

By Submisso”

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