Devaneio sexual.

Devaneio sexual.
##### ATENÇÃO #####
ESSE FOI UM DOS PRIMEIROS CONTOS ERÓTICOS QUE EU ESCREVI, ELE É LONGO E CHEIO DE ERROS. EU PREFERI DEIXÁ-LO ASSIM PARA QUE MAIS TARDE EU POSSA FAZER UMA COMPARAÇÃO DO MEU AMADURECIMENTO NESSE RAMO. ESPERO QUE GOSTEM E FIQUEM A VONTADE PARA OPINAR OU COMENTAR, SERÁ UM PRAZER LER SUAS OPINIÕES.

UM GRANDE BEIJO E ATÉ MAIS.

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Bem amigo leitor, como descrever essa cena que me ocorreu ainda essa semana? Como escrever e descrever o quanto um homem pode se ferrar na vida por não prestar atenção de verdade em uma mulher.
Acredito que seja começando a história. Não fui um bom aluno de português, mas o que eu sei espero que seja o suficiente para descrever essa derrota em minha via.
Tudo começou na segunda-feira, cheguei no meu trabalho como de costume com uma cara de quem dormira pouco e que ainda sentia falta de um final de semana que passou tão rápido quanto a minha vontade de ficar na cama naquela segunda.
Trabalho em uma multinacional no setor mais amado pelos leigos e odiado pelos “experts”, no setor que faz você sentir ódio até mesmo da sua avó quando vem te perguntar como fazer um facebook. Sim amigo, eu sou do setor de T.I., do setor dos nerds, seres sem vida sexual, que vivem na internet, que só sabem jogar rpg e serem chacotados sem demonstrar o mínimo de raiva por aquilo, já que isso ocorreu durante a sua vida toda.
Pois bem, quando eu cheguei na empresa 7:11 no limite de atraso do ponto, recebi uma notícia que de entraria uma secretária nova. Até aí tudo bem, uma vez que nunca parava secretária para o nosso gerente. Aquele gordo nojento, que só sabe cobrar e ficar de sorrisinho amarelo para o presidente da empresa. Aquela pessoa que se eu pudesse tacaria a minha carteira de trabalho em sua mesa e pediria demissão. Mas ainda estou pagando o meu carro.
Chegando em minha mesa ligo o meu computador tomo um gole daquele café barato e nojento, como um biscoito para amenizar o amargo do café. Me preparo para começar a criar as minhas futuras úlceras e problemas a serem tratados com um psiquiatra. Abro o meu e-mail e recebo um e-mail do RH pedindo para criar o cadastro da nova secretária no nosso sistema. Começo a ler as informações, nome, data de nascimento, data de admissão essas coisas rotineiras em uma empresa. Quando finalizo tudo recebo mais um e-mail pedindo para preparar a máquina que a nova funcionária irá usar.
Após tudo pronto recebo uma ordem do meu gerente (o gordo repugnante) para levar a máquina até a mesa da nova secretária. Começo a montar o equipamento quando sou interrompido para conhecer a dona do cargo. Não acreditei no que vi. Parecia um anjo e se fosse tenho certeza que eu tinha morrido eletrocutado com algum fio desencapado, morto por alguma gambiarra que eu fiz e prometi terminar mais tarde.
Meus olhos passearam sobre o seu corpo, como se eu estivesse fazendo uma varredura e recolhendo informações. Uma morena de deixar qualquer outra no chinelo (Desculpa Ganzarolli). Ela era alta devia ter 1,70 mais ou menos, pernas torneadas, cintura nem fina e nem grossa o que deixava o seu corpo mais parecido com o formato de um violão, seios fartos e bem firmes (que Deus abençoe o inventor do decote), rosto com maçãs salientes e olhos castanhos que foram realçados devido a sua maquiagem bem feita. Após uma varredura, estendi a minha mão e me apresentei.
– Prazer, me chamo Carlos.
Ela mostrando simpatia estendeu a mão e se apresentou.
– Veronica. Prazer em conhece-lo.
– Carlos é o nosso Analista. Ele cuida de toda a área de informática da empresa. Você o verá sempre naquele canto junto com os outros analistas e nerds da informática. Hahahahaha. – Disse João Gustavo o meu gerente (gordo repugnante).
Após ouvir essa piada comecei a explicar como funcionava o sistema e me desloquei até a minha mesa na esperança dela não ter entendido direito e me chamar para tirar dúvidas.
Durante o almoço ela se sentou ao meu lado no refeitório, como sempre almoço sozinho fiquei surpreso com a companhia.
– Posso me sentar? – Perguntou Verônica já colocando seu prato sobre a mesa.
– Claro. Fique à vontade. – Respondi apontando para a cadeira que já estava sendo ocupada por ela.
– Então, faz tempo que você trabalha aqui? – Verônica começou a conversa.
– Sim. Tempo o suficiente para pensar na minha demissão. – Respondi com um tom de piada. Ela sorriu e começou a me falar de como era a outra empresa que ela trabalhava, mas minha cabeça só prestava atenção em seus lábios e seios. Hora e outra eu acenava a cabeça como se estivesse concordando com algo que eu não ouvi.
Então, após alguns minutos de silêncio, Verônica me perguntou:
– Você vai fazer alguma coisa sábado?
A pergunta foi tão inesperada, achei que tinha batido o meu recorde em cantadas efetivas. Eu havia apenas feito uma piada sobre o meu trabalho de merda e escutado como foi o antigo trabalho dela já fui convidado para sair.
– Não. Eu não costumo sair.
– Que bom, você poderia aparecer em casa.
Nessa hora eu tive quase certeza que eu morri, mas tinha ido para o inferno e o diabo estava brincando comigo.
– Seria legal. – Respondi sem pensar direito no que estava acontecendo.
Após o almoço voltei para a minha vida, porém eu tinha uma esperança. Eu tinha um encontro, por mais bizarro e estranho que fosse a forma que ele apareceu, eu tinha um encontro.
Passei a tarde toda imaginando o que ela queria comigo. Sexo? Um caso com um colega de trabalho que ela não conhecia direito. Uma noite inesquecível? Ou roubar os meus rins?
Dia após dia fui pensando nessas possibilidades. Meus acessos a sites pornográficos triplicou. Eu não tive muitas relações sexuais e era quase inexperiente no assunto, nunca tive um feedback de como eram as minhas transas. Se bem que nenhuma garota de programa te daria um 5. E as minhas ex-namoradas não eram de falar sobre isso. O máximo que eu cheguei de saber que fui bem durante uma relação sexual foi quando uma ex gritava tanto durante o ato que eu achei que ia pagar multa no motel por excesso de barulho. Mas eu estava crente que no sábado ia ser a minha noite.
Na sexta após o almoço fui até a mesa da minha colega e confirmei o encontro.
Eu já tinha o endereço dela, horário e os preservativos (sim no plural).
No sábado, após um dia inteiro pensando em como eu iria possuir aquele corpo, imaginando as mais variadas posições e falas safadas durante o acasalamento, me preparei, tomei um banho, coloquei a minha melhor roupa, usei um perfume caro e fui para o abate (o meu).
Chegando na casa dela fui recebido com um sorriso. Ela estava toda arrumada, com um vestido preto que realçava ainda mais as suas curvas e deixava o seus seios mais firmes e empinados.
– Obrigada por vim, já não sabia mais o que fazer. – Veronica exclamou.
Fiquei imaginando o porquê uma garota daquela não sabia mais o que fazer. Como um ser daquele estava a tanto tempo assim sem nenhuma relação? Eu me entendo, sou feio, forte e formal. Mas ela?
– Tudo bem, foi um prazer o seu convite. – Repliquei ainda imaginando o que eu faria com todo aquele corpo sobre a cama.
– Então, ele está ali na sala. – Me disse Verônica apontando para uma porta com cortinas de persianas.
Nesse momento meu coração disparou. Fiquei imaginando ele quem? Ela queria um ménage e nem me avisou? E se o membro dele for maior que o meu? Como faço?
Então me virei, suando frio vi que na sala tinha apenas alguns móveis provavelmente de segunda mão e um computador em uma escrivaninha também de segunda mão.
– Eu não consigo mais liga-lo. Fazem 2 meses, que só estou usando o meu celular para me conectar na internet. – Me explicou Veronica.
Nesse momento meu amigo, eu fiquei olhando para o computador ainda incrédulo com tudo o que aconteceu. Como assim eu vim para arrumar um computador?
Repassando toda a cena na minha cabeça do dia que ela me “convidou” para vir até a casa dela, percebi que antes de ser convidado ela tinha dito algo com um problema em seu computador. Mas eu estava tão anestesiado com a presença dela que nem notei esse fato.
Pois é amigo, além de perder um tempo na frente de uma máquina recebi um obrigado e vá com Deus. Daquele dia em diante nunca mais aceitei convite de mulheres. Porque errar uma vez é humano, mas errar duas vezes aí é usuário.

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