VIREI O BRINQUEDINHO FAVORITO DA MINHA ESPOSA E SU

VIREI O BRINQUEDINHO FAVORITO DA MINHA ESPOSA E SU
VIREI O BRINQUEDINHO FAVORITO DA MINHA ESPOSA E SUA IRMÃ

Sou Lucas, esposo de Adriana, Sabrina é sua irmã mais nova, melhor amiga e comparsa. Minha cunhada mora em São Luiz, está estudando para concursos. Quanto a mim: escrevo esta estória para desabafar, pois é um segredo bem guardado. Vou contar apenas o começo do que virou uma grande danação. Atualmente, nós três, somos movidos pelo pecado da carne. Estamos sempre juntos, imaginamos algo e fazemos acontecer; excitados, pouco nos importa a loucura da situação.
Eu e Dri somos, acima de tudo, um casal jovem e apaixonados, cheios de fantasias e curiosidades; dividimos a mesma vibração e lealdade. Drica é a mulher mais atraente e sedutora que já conheci, por onde passa gera fascínio. Percebo os olhares indecentes e imorais onde quer que estejamos. Ela sabe que é gostosa; quanto mais curta, justa e decotada a roupa, aproveita o ostensivo rebolado e, provocante, desconserta qualquer malandro. Abusada e audaciosa usa dos seus encantos pra me amalucar. Engraçadinha, faz questão de me deixar de pau duro nos lugares mais inusitados (…), me tem em suas mãos!
No meio das tardes me surpreende com nudes e filminhos caseiros. Fico louco, impossível não bater uma punheta a cada expediente! Chego em casa ela me fisga pelo colarinho, as vezes peladinha ou de lingeries com ligas; máscaras; strip-tease (…). Amo isso!
Em busca de algo a mais partimos pro meio liberal, mas criar afinidades não era missão fácil. Inicialmente, queríamos outra mulher: agradável aos dois, fogosa e de confiança.
Nessa mesma época, algo inaudito acontecia, sem pretensões a princípio. De uns tempos pra cá, Drica e Sabrina, vinham trocando conversas pelo Whatsapp: picantes, carregadas de malícia, sensualidade e libertinagem. Foram descobrindo que tinham as mesmas vontades e desejos. Eram muitos pensamentos pervertidos, imaginação tão fértil e devassa, que não só me incluíam, mas me descreviam nos seus contextos desvairados. Eu estava adorando aquilo tudo e a cada print que me enviavam me matavam de tesão! Minha cunhada e esposa estavam testando meus limites: num dia áudios com putaria, no outro fotinhas das pepecas: lisinhas, rosinhas, grelhinho escondidinho; filminhos de siririca; vídeo chamadas online da gente transando.
Chegamos ao ponto do insustentável; rolava algo diferente entre nós três. Trouxemos Sabrina pra passar uns tempos conosco.
Fomos buscá-la na rodoviária. Assim que vi minha cunhada descendo do ônibus meu cacete quase explodiu. A safada usava um vestidinho solto, bem decotado, metade das coxas a mostra. Ao pegar a mala, empinou o rabo pro meu lado, se abaixou, abriu as pernas e deu uma reboladinha (…). A safada estava sem calcinha; tinha desenhado dois corações, um de cada lado da bunda, em batom vermelho. Fiquei sem ar! Veio em minha direção, lascou um selinho, enfiou a mão por dentro das calças e apertou meu pau. Drica não conseguiu evitar as gargalhadas.
Sentada atrás no carro, se insinuava sem pudor algum. Abriu as pernas, subiu o vestido e chamou Drica pra ficar mais perto. Minha esposa tirou a calcinha, colocou sobre o volante e pulou pro banco traseiro. Se beijaram, dedilharam, tiraram as roupas. De repente me vi envolvido numa instigante brincadeira: ora uma, ora outra, se alteravam no banco do passageiro, me chupavam enquanto eu dirigia. Fiquei maluco!
Antes de chegar em casa estacionei num beco com menor movimento. Saltei pra trás, coloquei as duas de quatro sobre os bancos rebaixados. Comi Sabrina com vontade, depois que a rola entrou suave meti com força, espalmei-lhe a bunda sem dó. Gozou de gritar e estremecer as pernas. Drica foi a segunda. Vidros embaçados, puxei as irmãs pelos cabelos e, de boquinhas abertas jorrei meu leitinho, só parei quando engoliram tudo.
Da garagem para o sofá de couro da sala. Umas doses de Old Parr, a coisa estava melhor do que havíamos imaginado. Estávamos envolvidos numa deliciosa troca de carícias. Mordiscadas, beijos triplos (…). Eu chupava as duas, determinado a satisfazê-las num oral: contornava a língua por cada pedacinho de suas pepecas, sugava o grelhinho, sentia o melzinho escorrendo, gemidos, tremidinhas… Depois foi a vez das duas, vê-las se tocando, chupando, dedilhando, esfregando (…) me excitava além do possível.
Mais uma vez fui aturdido, me fizeram de brinquedo. Empunhado pelos cabelos, uns tapinhas na cara, ofensinhas deliciosas (…) ordenaram beijar-lhes os pés, as pernas, as coxas. Sentaram sobre meu lombo, engatinhando me conduziram corredor a dentro. Me amarraram à cabeceira da cama com minha melhor gravata, vendaram meus olhos e mandaram obedecer. Dominado e com os sentidos aguçados me deixei seduzir. Drica presenteou-me com um demorado beijo, assentadinho, bem do nosso jeito. Fui tomado por uma onda de arrepios, brasas, eletricidade (…). Lambiscadas de cima a baixo, mordiscadas, unhas que deslizavam de um canto a outro, chupadas tentadoras, 69, beijo grego.
Desvendado, surraram as bucetas molhadas na minha cara. Perdi o fôlego! Sabrina encarou-me vadia, encaixou-se no meu pau, cavalgou com tara. Drica contornando os braços ao tronco da irmã, apalpava os seios, beijava-lhe a nuca, mantinha os corpos colados (…); as duas rebolavam sincronizadas, os quadris assolados em minha virilha. Grudada nos meus cabelos, a cunhadinha se contorcia encharcada aos sons de gemidos infrenes. Gozou e esmoreceu sobre meu peito. Drica firmou em seus quadris e montou minha rola rapidamente, em frenesi mexemos juntos. Enlouquecido pelo veneno da lascívia, soltei meus punhos, afastei Sabrina, abracei minha esposa e fizemos amor. Gozamos juntos, intenso, demorado, diferente, gostoso.
Sabrina continuou estirada na cama, toda molinha.
Eu e Drica partimos pro banho. Ela me ensaboava, mas era tanto tesão que a encoxei contra o box. De costas, rocei a barba em torno do seu pescoço e orelha, ela suspirava e eu subia o cacete duro das coxas à bunda. Puxei forte os longos cabelos castanhos, coloquei bem empinadinha. Eu socava e ela rebolava, o pau afundava todinho. Ela gemia, eu urrava estonteado. Sem tirar o pau de dentro, gozamos mais de uma vez. Sensação sem igual, sentir a xaninha apertada da minha putinha, saber que nossa química é única.
Mas como eu disse no início, isso foi só o começo. A primeira das tantas vezes que nos aventuramos juntos. Virei o brinquedinho predileto da patroa e da cunhada. E confesso, estou adorando!

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