Vai, Professor! Me fode com força!

Cumshots

Vai, Professor! Me fode com força!
É proibido sentir tesão por um professor? É antiético desejar sentir o corpo de alguém que você admira? Essas perguntas me atormentaram ainda no meu primeiro ano de faculdade!

Era verão. Rio de Janeiro fervendo e eu estudando feito louca como sempre. Minha graduação sempre foi muito importante pra mim e eu não deixava nada me distrair. Bom, quase nada… Barba baixa, pele morena clara e cabelo bem cortado. Assim posso descrever meu professor de práticas discursivas. Toda aula lá estava eu, desconcentrada, olhando pro seu corpo, seu jeito atencioso de falar e claro, seu chamativo anel de compromisso na mão direita.

O tempo passou e eu seguia tentando estudar, desejando aquele homem mais velho. Eu tinha só dezenove anos, ele devia ter uns trinta. Era daqueles professores amigos, que conversava com os alunos dentro e fora da sala. Ele também separava tempo para atendimentos em sua sala privada na faculdade. Sala essa que eu nunca tinha ido, pois pensava que ele poderia me achar burra em alguma ocasião e perder a única chance de ele me notar.

Naquela época eu jamais teria coragem de mexer com um homem comprometido, porém algo aconteceu. Eu sempre observava tudo nele e certo dia o vi desanimado, parecia cansado e não tão conversador como de costume. Meus olhos caçaram sua mão e logo vi. Aquele anel não estava lá! Meu coração disparou e minha cabeça logo tratou de me trazer ao chão. O que um cara formado, bem sucedido ia querer com uma recém adulta como eu? Além do mais, ele podia apenas ter contraído uma alergia, ou esqueceu de colocar a aliança depois de lavar a louça.

Mais alguns dias se passaram e eu notei que o professor realmente não utilizava mais o anel. Somado ao comportamento mais reservado, concluí que ele estava passando por um fim de relacionamento. Ah, como eu queria consolá-lo!

Certo dia lá fui eu pra aula. Soltei meus longos cabelos lisos e pretos que iam até um pouco antes do meio das costas, coloquei um short razoavelmente curto, uma camiseta vermelha sem sutiã e sai naquele calor infernal. Assisti a aula dele e acabei ficando em dúvidas sobre certo assunto ponto da aula. Eu me sentei na biblioteca e tentei entender, mas no fim nada deu certo, o jeito seria ir até sua sala perguntar.

Eu relutei várias vezes. Mal conseguia me levantar para tentar caminhar pelo corredor até sua sala. Já era noite e ele estava no fim de seu horário, que se encerrava às 20h. Sua sala era no fim do corredor, já escuro.

Bati na porta timidamente, quase como se não quisesse que ele ouvisse. Eu já ia sair quando a porta se abriu.

Maria? – sim, ele sabia meu nome – Posso te ajudar em algo?
Si… Sim… Eu queria perguntar sobre a aula.
Pode entrar… aguarde um segundo. Estou guardando minhas coisas.

Eu aproveitei para abrir minha mochila, pegar o caderno e abrir na página que desejava. Ele se aproximou para olhar, enquanto eu tentava explicar. Seu cheiro, seu calor já eram perceptíveis pra mim. Sua fala era gostosa de ouvir e ele se esforçava em me fazer compreender o conteúdo, mas era em vão. Eu estava perdida em sensações criadas pelo simples fato de estar sozinha com ele.

Em meio aquela explicação eu senti nossos corpos próximos. Próximos demais para eu resistir ao desejo. Enquanto ele apontava algo no meu caderno e passei levemente a mão sobre a dele. Quando me dei conta, logo tirei. Ele me olhou e eu senti meu rosto arder de vergonha. Eu gaguejei qualquer coisa e olhava pra baixo quando senti sua mão tocando a lateral da minha face. Ele veio de encontro a mim e me beijou levemente. Mal tive tempo de perceber a cena, quando ele me beijou de novo, agora com força, decidido!

Passei minha mão no seu pescoço e ele agarrou minha cintura. Nossas bocas se atracavam com intensidade e meu corpo estremecia a cada aperto. Sua língua na minha me dava um imenso tesão e minha calcinha naquela hora já estava encharcada. Foi então que ele me levantou e me colocou sobre a sua mesa. Senti seus dedos abrirem meu short que em seguida foi arrancado pelas minhas pernas em uma fração de segundo.

Eu me abri para ele e senti sua mão entrando na minha calcinha e começando a me masturbar. Aquilo era bom demais. Eu não conseguia mais beijá-lo, Eu gemia na sua boca, no seu ouvido, enquanto seus dedos ágeis brincavam com meu clitóris melado.

Me vendo já muito excitada, ele se ajoelhou no chão, afastou minha calcinha de lado e abocanhou minha buceta de forma maravilhosa. Sua língua sabia muito bem o que estava fazendo. Ele chupava meu grelinho e lambia, fazia movimentos deliciosos e eu não tive como me segurar. Senti todo aquele prazer pelo meu corpo. Segurei sua cabeça contra a minha buceta e, com um gemido abafado pela outra mão, gozei alucinadamente na boca do meu professor.

Ele tirou o rosto do meio das minhas pernas sorrindo e me viu desnorteada, com um pouco de vergonha por ter gozado tão rápido. Mas ele não deixaria que acabasse ali. Ele logo subiu, beijou minha boca e sua mão voltou a me masturbar. Em segundos eu já estava totalmente excitada novamente e então ele arrancou minha calcinha pelas pernas, me deixando apenas de camisa e tênis all star sobre sua mesa. Ele abriu a calça e colocou seu pênis pra fora. era bonito e grande. Eu o toquei e masturbei por uns segundos. Eu mesma fui mirando ele para a minha bucetinha faminta e logo o professor foi enfiando ele em mim, com cuidado e jeito.

Seu pau era tão quente e me preenchia num encaixe perfeito. Ele começou a se movimentar de forma muito gostosa. Me comia de um jeito maravilhoso, colocando tudinho lá dentro e tirando até a cabeça. Aos poucos ia aumentando a velocidade e eu ia gemendo baixinho pra ele. Quando ele segurou minhas pernas e começou a me comer com mais força eu fui a loucura. “Vai, Professor! Me fode com força! Fode!” eu dizia sem pudor algum. Ele me satisfazia, socando aquela piroca em mim de forma que a mesa chegava a sair do lugar.

Naquela sala apertada havia um pequeno sofá, que eu ainda nem tinha percebido. Mas foi onde ele me jogou de quatro e segurando minha cintura ele me comeu por trás. Eu segurava no apoio do sofá e empinava meu bumbum pra ele. Ganhei até uns tapinhas deliciosos.

Depois disso ele se sentou e eu subi me sentando de frente pra ele. O professor puxou minha camiseta pra baixo, levando ela até minha cintura e libertando meus seios. Ele meteu a boca neles enquanto eu me encaixava e sentava no seu caralho duro. Rebolei e cavalguei em seu pênis por um tempo gostoso. Ele apertava minha cintura, mordia meus peitos, segurava em minha bunda. Era tudo uma loucura maravilhosa.

Em certo momento, ele segurou meu corpo com firmeza e começou a me foder mesmo estando por baixo de mim. Seus dedos entraram em meus cabelos, sua outra mão agarrou minha bunda e ele me comeu com voracidade.

Eu senti que estava no ápice novamente, que todo aquele tesão estava de novo a fluir pelo meu corpo e que logo se transformaria num orgasmo. Deixei acontecer e daquele jeito, meu querido professor me deu meu segundo orgasmo naquela aventura sexual. Tão intenso quanto ou mais que o primeiro.

Meu corpo se desfaleceu sobre o dele, exausto e trêmulo. Ele me abraçou e nossas bocas se encontraram num beijo quente. Com a pouca força que me restava eu me ajoelhei na sua frente, segurei seu pau com a mão e olhando nos seus olhos eu disse “goza na minha boca!”. Comecei a chupar seu membro duro e grande. Era tão gostoso. Eu queria sentir cada gota do seu gozo logo e o masturbei com pressa. Então ele se levantou e tomou o pau da minha mão. Eu abri a boquinha esperando meu presente e ele me deu tudo o que eu queria. Senti seus jatos de porra caindo sobre a minha língua, outros sobre os meus lábios. Suguei tudinho enquanto ele ainda se recuperava daquela gozada intensa.

Me levantei e ele me ajudou a me vestir. Se vestiu também e logo eu peguei minhas coisas. Com um sorriso no rosto eu caminhei até a porta e quando toquei a maçaneta notei que tínhamos feito tudo aquilo sem ao menos trancar a porta. Aquilo só deixou aquela transa ainda mais inesquecível.

Caminhei pelo corredor com apenas um pensamento: quando e se eu o teria de novo…

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