Tia Beth a sobremesa depois do almoço

Tia Beth a sobremesa depois do almoço

Lembrando o boquete que tia Beth aplicou naquele dia acabei gozando, tenho que me limpar tentando apagar as lembranças daquela manhã inesquecível e também um pouco da minha tara por mulheres mais velhas.

Não foi a única, existiram outras.
Arrumo e saio depois de lavar as mãos.

Já são quase meio dia, como a 35 anos atrás, só não chove como no dia. Esquento o filé à parmegiana que Julia deixou no micro-ondas.

Lembro que depois do banho, almoçamos uma comida especial era filet ao molho madeira e macarrão a carbonara. Saboroso, ainda mais acompanhado com vinho rosé. Tudo era novidade para mim, incluindo Beth.

Hoje bebo um guaraná meio sem gás. Fazer o quê?

– Coloca mais, por favor.

Estende a taça eu sirvo com cuidado, tenho medo de manchar a toalha.

– Bebe mais, aproveita é só hoje.

Faço, gosto. O gosto não é forte é até adocicado, mas como não bebo muito, rápido sinto os efeitos do álcool, meu cérebro gira fico agitado, falante, rindo de tudo. Beth bebe bem mais e apesar de acostumada é visível que sente os efeitos da bebida.

A chuva continua forte, já não se ouvem trovões, mas cai uma tromba d’água. Aqui o ambiente é aconchegante, quente, além das novidades que me acontecem.

Visto um roupão felpudo e branco de um dos filhos e ela outro robe de seda vermelha, ainda mais sensual, amarra o laço com displicência e deixa ver os belos peitos e os mamilos escuros, a conversa fluí desinibida e mais despudora ainda.

….

É como me recordo, pode ser que alguns detalhes falhem na lembrança, mas a essência é o que segue.

….

– Não, não sou a mais vagabunda das mulheres que conheço. Claro tem as que só fazem com os maridos, a maioria, mas não ponho a mão no fogo se houver uma chance sei de muitas que não vão deixar passar a oportunidade.

– São poucas que tem amantes fixos, então?

– Tem o que?

Os olhos dela estão vidrados e a voz começa a enrolar, parece que o raciocínio vai na mesma direção.

– Isso, saem com outros homens.

– Sim menos. Mas as que trocam de amante a três por quatro, essas…

Faz um gesto com as mãos juntando os dedos.

– … menos ainda. Eu sou mais discreta, depois que casei só comecei a arranjar amantes quando descobri que Elton me traia, no começo foi vingança, o primeiro foi…

Toma outro grande gole e estende a taça para que eu reponha.

– …mas do segundo pra frente fiz porque queria, precisava, gosto de experiências novas nesse assunto.

– E quantos foram?

Faz as contas com os dedos, falando os nomes baixinho.

– Uns cinco até hoje, sem incluir você. Você é novidade, nunca comi um sobrinho.

Entorna um pouco de vinho no queijo rindo do que falou.

– Bom ainda não comi só provei um pouquinho. As safadas trocam de amantes quase de ano em ano e ainda fodem com o marido, mas com marido a gente sempre tem desculpas na ponta da língua, mesmo porque com o tempo eles não ficam tão atraídos assim pelas esposas, preferem a punheta ao sexo com a gente.

– Mas e se descobrem que vocês tem outros?

– Uns brigam, xingam, a maioria vira corno manso. Foi assim com Elton, no princípio quando soube do primeiro, ficou bravo esperneou, gritou e até me bateu. Depois acostumou, só não quer que eu dê muito nas caras.

– Quer mais vinho?

Ela estende o copo.

– E dos seus amantes qual foi o melhor?

A bebida me fazia perder a noção, a curiosidade crescia. Ela fala rindo e olhando para o teto da sala a se lembrar dos detalhes de cada um.

– O mais romântico foi o Nando, o terceiro. O mais safado foi o Gui, foi com ele que aprendi o boquete que te apliquei. O Paulinho, um negão de quase dois metros é o que me fez ver estrelas com aquele pauzão de quase dois palmos. O último foi há uns 3 anos, fraco, meu Deus!! Esqueci até o nome… Fag… Vagner, lembrei.

Derruba a taça com o pouco que havia dentro, ri da própria falta de jeito. Mesmo pra mim é claro o descontrole pelo excesso de bebida. Mas ela continua a encher a taça, já estamos na segunda garrafa.

– É bom lembrar de todos, gostoso pensar nos pintos que passaram pela minha vida, cada um diferente. E agora vem o seu, inocente, inexperiente, precisando de afago, precisando de atenção.

Fala isso rindo sem perceber as bobagens que saem da boca. Empurra a cadeira para trás a se afastar da mesa e deixa a cabeça cair pelo encosto, ri não sei do que, vê apenas o teto da sala de jantar.

Fica assim uns instantes e deixa a memória dos casos antigos surgir:

– Ahhh!! Com foi bommm. O Gui era um tarado, chegou a me propor casamento, vê se tem cabimento!! Mas tinha um pau goosstosoo aquele safado de uma figa.

Desfaz o laço frouxo, o descido vermelho agora só cobre os ombros e os braços, é a primeira vez que a vejo nua assim. Admiro os seios, admiro as coxas, mas a visão aguça nos pelos que tem entre as pernas queimadas pelo sol, é possível ver a ranhura e os lábios ainda que escondidos.

Na época as mulheres depilavam a vagina menos, muito menos, que hoje em dia, mas Beth cuidava da sua de forma especial, pelos havia, porém não era tanto quanto outras que conheci depois.

De certa forma era avançada nesse quesito para a época.

….

Admirável a nudez tesuda de minha tia. Na minha inocência estava por satisfeito com o que via, mal sabia o que viria. Suas mãos começam a passear pelas laterais do corpo, chegam até a cintura e apertam com se as mãos fossem de outra pessoa, ela narra:

– Cabeçudo, grosso e cabeçudo o pau do Gui, tinha essa qualidade o formato me encantava. Aprendi o boquete especial com ele num dia que brigamos. Não importa, lembro que estávamos deitados na cama, eu de calcinha e ele de camisa social.

A mão direita de Beth passei pela virilha e sobe massageando a xana, abrindo os lábios. Depois vai a barriga e ao umbigo.

– Estávamos deitados com as cabeças pela lateral da cama, a minha quase encostada no criado. Parecia que ficaríamos nisso, calados, com raiva. Foi incrível…

Ri da lembrança que tem.

– …resolvi brincar com o pau cabeçudo daquele homem descabeçado. Alisei, apalpei… e apertei. Ele não reagia parecia que não queria aos poucos o pau respondeu ao meu comando, engordando, ficando quente.

A mão direita sobe ao peito, aperta empina o bico, a outra desce pela virilha e a voz ficando manhosa e sussurrante, a cabeça mais deitada sobre o encosto da cadeira.

– Ahhnnn!!! Ahhhnnn!!! Só de lembrar…

A língua dela umedece os lábios e os olhos estão fechados. Meu pau cresce no roupão do primo, abro o suficiente para tocá-lo.

– Foi… foi então que ele subiu em mim. Ahhnn!! Uhhnn!! Safado, filho da puta!! Sentou em cima de mim, dos meus peitos, deixou meus braços presos, só podia agarrar as coxas do tarado.

As duas mãos agora apertam os seios, os bicos respondem ficam duros, grossos.

As janelas vibram com a ventania e as árvores balançam como loucas, louca está minha tia, abre as pernas, vejo mais da sua intimidade o interior vermelho da vagina e o cu pela primeira vez é visível.

O pau vermelho escuro, duro como aço, bato punheta no ritmo que ela imprime a fala. A língua dela aparece com frequência molhando os lábios.

– Ele, ele…

Morde o lábio inferior e empina as pernas, com a ponta dos dedos aperta estica os bicos duros.

– …passa o pau grosso na minha cara, bate, bate, bate, esfrega… gostoso…

Ela ri, vejo seus dentes num instante, balança a cabeça como se reagisse a um caralho invisível que lhe espanca o rosto.

– Enfia, aahh!! Enfia, meu amor enfia… uuuhhh… a pica cabeçuda na minha boquinha. Enfia seu danado. Aaiii…

Abre a boca como se o pau entrasse boca adentro, a língua está distendida e ela move a ponta como se trabalhasse um cacete invisível. Percebo que estou de boca aberta, meus olhos hipnotizados pelas reações daquela mulher desinibida.

– De vez em quando ele tirava o pau e oferecia as bolas, eu chupava, cuspia, aaiii, ummmh!! faz assim não com sua putinha, tem dó de mim. Ele xingava, gritava: Cachorra, puta, lambe a porra do meu caralho, cadela de uma figa, unnhh. Adorava quando ele chamava assim… cachorra, cadela, vaca… isso excitava como nunca.

A mão direita volta a descer até a buceta, acarinha os pelos com a ponta dos dedos, torce e estica alguns que segura um tempo.

– Morde cachorra, arranha a cabeça da pica, safada. Aaaiii…. não, não fala assim, cê é muito mal, muito mal com sua putinha de estimação. Uuunnhhh…

As pernas abertas e retesadas facilitam o massagear que Beth começa a fazer no seu ponto, no grelo. Começa alisando os pelos da testa vai aos poucos começando um movimento giratório de três dedos, massageia gira, num ritmo que vai ficando frenético.

– Cospe, cospe vadia, molha o pauzão do seu homem. Obedeço faço, cuspo.

Ela conta uma história antiga, mas o efeito do álcool faz reviver, como se agora fosse, solta uma cusparada longa que lhe cai no peito.

– Lambe, lambe o pauzão do seu macho. Faço, lambo esse sacana filho da puta, choro, mas adoro o que ele faz. Tão gostoso ser tratada assim na cama.

O dedo médio começa a trabalhar no sentido contrário alisa o grelo e desce em direção a abertura da buceta cada vez mais úmida. Entra e sai num ritmo lento.

– Unnh!! O pau vai fundo na minha boquinha, ele enfia com força, estoca. Eu sinto o volume do caralho grosso não sei como consegue ir fundo assim.

A boca abre a receber o ilusório mastro que ela sente chegar no fundo da boca. Vejo o céu da boca de Beth, a língua mexe louca.

– O tarado do homem se dobra, minha cabeça está no ar fora da cama e o pau dele afunda um tanto, chega no fundo da minha boca. Ele xinga, xinga gostoso – Vadia, Puta, Cachorra, Cachorra. Eu gosto, eu quero, eu abro mais a boca… Aahh!! Pra receber esse puto do caralho.

Agora são dois dedos que se afundam na xana suada, molhada, eles vão entrando e saindo cada vez mais fundo, no fundo dessa esfomeada…

….

Inesquecível.

…insana da minha tia. Meu pau lateja não acredito no que vejo é difícil prestar atenção: no que ela fala ou no gesto despudorado dos dedos entrando na buceta.

– O pau afunda, ele segura no criado e eu agarro a cintura do tarado. O cacete entra fundo, a cabeçona do caralho bate no céu da boca, no fundo uuuhhh!!!, entra… ahhh!!! Chega na garganta, isso enlouquece o tarado do macho que vira o corpo e o cabeçudo desce pela garganta, aíiii, unnhh!! Sinto o caralho quente, meus Deus…

Balança a cabeça de um lado para o outro, a mão que segurava o bico do peito, agora segura os cabelos soltos de Beth. Os dedos, três, entram desavergonhados na gruta molhada que ela tem entre as pernas, mais molhados eles ficam.

– Uuunnhh!! Ele goza, esporra muito, esporra tudo, uma porra gosmenta quente. Nossa que gostoosoo!!!… Vou ficando sem ar, mas o a****l está debruçado sobre mim, aannhh!! Safado de um sacana. Aahh!! Arranho as coxas pra ele sair de cima…

Estica o máximo a mecha de cabelos que segura com a mão.

– …sinto a porra quente escorrendo garganta adentro até chegar no estomago, o cacete cabeçudo sai da garganta machucando tudo, fico afônica uns dias. Tudo por causa do cabeçudo de um amante.

Volta a alisar os cabelos e a rir do que falou.

Agora são quatro os dedos que entram e saem num ritmo louco na caverna funda que Beth tem entre as pernas, deles pinga um líquido viscoso. Ela abre mais as pernas retesadas, apoiadas apenas na ponta do dedão de cada pé. A cena me deixa paralisado, o pau adquire vida própria reage louco, pulsa sem controle, goza sem ajuda, a porra branca é cuspida alto, molha o roupão que visto e também a mão.

Beth acontece…, de repente daquela bocarra que ela tem no meio das pernas vejo pequenos jatos que molham os dedos já brilhantes de Beth. Louca ela geme grita alto, grita forte:

– Ahhh!!!, Uuuhhh!!! Aíiiiii. Os dentes apertam o lábio inferior.

Ela para, a respiração ofegante faz os seios subirem e desceram num ritmo forte, o suor escorre na testa aos poucos vai ficando aliviada. A mão que segurava os cabelos agora descansa sobre a testa. As pernas relaxam da tensão eletrizante que estavam.

Retira os dedos encharcados da xana quente, o líquido viscoso goteja. Minha mão molhada no meu gozo acaricia, alisa sua perna, para tranquiliza-la e aproveitando o momento para sentir aquelas coxas belas, desejáveis coxas torneadas de minha tia.

Ela percebe, abre um sorriso discreto, envergonhada, mas sem perder a postura de mulher experiente, aperta a mão umedecida na porra e leva até a buceta. Sinto o prazer de tocar uma mulher assim, ainda mais depois do gozo esplendido que ela teve.

Se ajeita e senta, olha nos olhos com um sorriso terno de uma mãe para o filho, mas é minha tia: a doce, elegante, charmosa e tremendamente devassa Beth. Ainda prendendo a mão junto a vagina, com a outra acaricia meu rosto, sinto o cheiro do líquido que lhe saiu da buceta, gosto…

Adorei.

Passa dedos no meu lábio, abro a boca, e eles entram boca a dentro.

– Chupa querido, chupa meu gosto. Sente a titia, é a sobremesa depois do almoço.

Ri do que fala, com a voz cansada.

– Lambe com gosto, lambe tudo meu bem. É o mel que sai da boca de toda mulher, é assim que somos quando queremos, quando gostamos.

Obedeço, sugo chupo, o gosto estranho e saboroso. Ela enfia outro dedo boca adentro.

– Abre, deixa eu ir mais fundo.

Faço, ela afunda eu salivo, molho os dedos com outro líquido, fico sem ar. Ela diminui o ritmo, nos olhamos, admiro seus grandes olhos e o sorriso sedutor.

Ela retira os dedos e beija com ternura.

A ventania diminui, a chuva já não é tão forte.

– Vem, vem pra cama querido, vamos dormir um pouco.

– E os pratos?

– Depois se limpa, tem tempo.

– Vamos cuidar do que interessa, vamos trepar gostoso e dormir juntinhos.

Fala sussurrando no meu ouvido.

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Continuação do texto: O Boquete da tia Beth

Próximo texto: Tia Beth – uma paisagem excitante

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