Sexo Total

Amateur

Sexo Total
Sou Paulo e há cinco anos mantenho um relacionamento extraconjugal com Daiana, uma linda mulher, loira, olhos claros, bonita. Com seus quase 40 anos, ela mantém um corpo bem cuidado e um rosto de menina. Nem parece que é mãe de duas crianças quase adolescentes. Seu marido é um grande amigo meu. Não sabe de nada, inocente! Mas não pode se queixar, porque ensinei tudo que eu sabia sobre sexo para sua esposa Daiana, que aprendeu tintim por tintim… e ele aproveita tudo isso.
Quando saímos pela primeira vez, percebi que Daiana era xucra em matéria de sexo. Tudo que eu pedia para ela fazer era feito, nojento e fora de cogitação porque ela não era puta e, além disso, não fazia isso nem mesmo com o marido…
Devagar, bem devagarinho, fui conseguindo melhorar nossas transas. Lembro-me da dificuldade em fazê-la chupar meu pau com camisinha sabor de fruta. Chupar sua bocetinha foi um sufoco, pois ela achava nojento. E assim por diante. Hoje, felizmente, ela chupa meu pau com muita vontade. Demora no boquete e ADORA um cacete na boca… Daiana demonstra domina hoje a arte do sexo oral, porque fica mais de meia hora com meu pau na boca, sem demonstrar cansaço. No início deste ano Daiana me surpreendeu quando, pela primeira vez, engoliu todo meu esperma. Fiquei pasmo quando vi aquela boquinha delicada chupando meu pau e engolindo até a última gotinha da minha porra. Que sensação estranha! Daiana provou que estava mesmo apaixonada por mim, porque somente quem ama muito é capaz de engolir aquela gosma branca com gosto de água sanitária.
Apesar de cinco anos de sexo agradável, somente no mês passado Daiana liberou seu cuzinho. Fiz de tudo, mas somente a fiz mudar de ideia com uma oferta irrecusável. Dei a ela um carro novo: um Fit da Honda prata novinho.
E mesmo assim, Daiana estava fazendo “cu doce”, dizendo que ia dar somente uma vez…É claro que eu não aceitei isso e deixei em claro que o cuzinho seria meu para sempre. Sim, desta vez fui bastante enérgico e precavido… Só lhe dei o carro depois de comer o cuzinho dela por várias vezes até tirar todas as preguinhas. Depois disso e com o cuzinho laceado, ela se acostumou a dar o rabo e, para falar a verdade, até acabou gostando.
Semana passada, por exemplo, Daiana chupou meu pau até engolir toda minha porra e, depois de uma pausa para descanso, quis dar o cuzinho numa boa. Confessou que estava viciada no sexo anal e não podia viver mais sem ele… Que mulher sábia!
Daiana confessou que já deu o cuzinho para o marido e que ele ficou muito feliz com a novidade. Tão feliz, que deu a ela um caríssimo e moderno celular de presente e jurou amor eterno. Que corno!
Há poucos dias, após uma excelente trepada num motel de luxo, puxei uma inesperada conversa com Daiana. Levei em conta que Daiana já dava para dois e, com base nisso, pensei em progredir com a nossa arte do sexo, dando mais um passo para uma relação mais atrevida. Assim, fiz uma proposta para ela:
– “Daiana, que tal um ménage a trois?”
Daiana não sabia bem o que era isso. Expliquei que era sexo a três. Como sempre, Daiana entrou em pânico… quase chorou, reclamando que não era puta, que era uma mulher casada, de respeito, mãe de dois filhos…
Deixei ela falar à vontade e, depois, argumentei que já fazíamos “ménage” há muitos anos, porque ela dava para mim e para seu marido; que éramos adúlteros, porque estávamos traindo nossos esposos há anos; que o “ménage” era apenas para esquentar nossa relação; que, daqui a alguns anos, íamos acabar enjoando um do outro se continuássemos naquela “mesmice” etc.
Daiana escutou tudo aquilo, choramingou um pouco e, após refletir um pouco falou:
_ “Você quer transar com duas mulheres ao mesmo tempo, não é isso, seu tarado?”
_ “Sim” – respondi com a maior naturalidade – “e você vai poder transar com dois homens ao mesmo tempo, são direitos iguais”.
Daiana foi, pouco a pouco, aceitando a ideia de colocarmos mais uma pessoa em nosso relacionamento. Percebi que ela estava ficando excitadíssima. Peguei na mão dela e senti que ela estava gelada, nervosa, trêmula… se eu pusesse a mão naquela bocetinha ia ficar com a mão molhadinha… Daiana aprovara a ideia. Sem dúvida.
_ “Paulo, você já deve ter planejado isso há muito tempo, não é mesmo? E, com certeza, já sabe até quem é a pessoa que iremos levar para nossa cama… vamos… diga… quem é? É homem? É mulher?”
_ “Sim, é verdade… eu planejei tudo isso há dias e tenho duas pessoas em vista. Um homem e uma mulher. Você vai escolher. Qual você quer?”
Daiana ficou sem palavras. Se respondesse que era um homem, não ficaria bem… aí era ela a tarada; se respondesse que queria uma mulher, também não ia ficar bem, porque eu podia pensar que ela tinha tendências para o lesbianismo… Por isso, ela preferiu ficar calada, esperando minha reação.
_ ”Está bem, você não sabe, então vamos sortear”. Peguei dois papeis pequenos e coloquei num o nome “homem” e, no outro, ‘mulher”. Dobrei os papeis e os joguei para cima. Eles caíram sobre a mesa e eu pedi para ela pegar somente um deles. Daiana pegou um papelzinho e leu “homem”._
_ “Então vai ser um homem, tudo bem?”
Daiana, muito emocionada, balançou a cabeça aprovando a escolha e até deu um sorrisinho maroto. Sua excitação chegou ao grau máximo…
_“E você não vai ficar com ciúme de mim? – perguntou Daiana com ar de desafio.
Eu respondi tranquilamente que NÃO. Expliquei, brincando, que eu já era corno, já que ela dava para o seu marido há anos e, além disso, a ideia do “ménage” era minha. Demos risadas e transamos mais uma vez, antes de sairmos do motel. Foi uma trepada maravilhosa, inesquecível…exatamente por causa daquela nova e emocionante aventura que nos esperava. Daiana estava deslumbrada, taradíssima, quis fazer de tudo. E fizemos, por causa do tesão causado pela ideia do futuro “ménage”, conforme, aliás, confessou Daiana no meu ouvido, enquanto gozávamos juntos.
Conforme eu planejara antes, liguei para o Ricardo (garoto de programa, que eu havia contatado antes) e marquei para sexta-feira o nosso “ménage a trois” que seria num motel. Eu Daiana formos de carro pegar nosso acompanhante no centro da cidade e seguimos para o motel.
Logo de cara, percebi que houve uma empatia fora do normal entre minha amante Daiana e o jovem prostituto. Os dois conversavam e sorriam como se fossem velhos conhecidos. E eu fiquei na minha, como um corno manso comportado. Daiana estava de saia curta, mostrando suas pernas bem torneadas e bronzeada; e de blusa decotada, realçando seus seios volumosos e lindos. Fiquei com uma pontinha de ciúmes, mas não podia me arrepender agora. Afinal, a ideia era minha…
Entramos no motel e Daiana já foi correndo para dentro, para telefonar e pedir algo para beber, como sempre fazia. Antes perguntou o que queríamos e fez os pedidos. Sem qualquer cerimônia, tirou a roupa e mostrou para os dois machos a linda lingerie que eu lhe dera de presente para aquela ocasião. Toda preta, a lingerie realçava seu corpo alvo e suas curvas sensuais. Daiana estava eufórica. Jogou-se nos braços do garoto de programa, dando-lhe um beijo e um abraço apaixonados. Só de cueca, Ricardo agarrou aquela belezura e a apertou contra seu corpo. Daiana cruzou suas pernas no corpanzil daquele atleta e procurou com a mão o cacete dele. Puxou a cobra para fora da cueca e ficou apalpando aquele geba enorme, exclamando feliz: “nossa, que grandão, que gostoso.. que bom, vou aproveitar tudo isso..”
Eu me acomodei numa poltrona ao lado da cama e fiquei apreciando aquele espetáculo erótico, liberando meu lado “voyeur”.
Ricardo jogou minha amante na cama, com carinho, e iniciou um sexo oral sensacional na bocetinha de Daiana. Ele começou a chupar suas tetas e, passando pela barriga, chegou à vagina, explorando os grandes lábios e o clitóris. Deixou Daiana tão doida que ela não conseguiu controlar os gritos e gemidos. Parecia que estava sendo estuprada ou torturada. Mas logo se percebia que aquele escândalo todo era tesão, puro tesão de quem estava se deliciando com aquele macho profissional, que sabia como ninguém chupar uma putinha safada.
Daiana se revelou puta mesmo, quando começou a implorar que Ricardo enfiasse aquele pauzão tamanho GG extra grande em sua boceta melada de tanto ela gozar na boca dele. Ricardo, como todo profissional consciente, colocou uma camisinha e, com delicadeza, foi penetrando sua rola na boceta de Daiana. Cada estocada, era um gritinho de satisfação. Ora chamava um santo, ora sua mãezinha, ora apelava para um palavrão… e de exclamação, grito e sussurro, o pau ia entrando e ela feliz como numa. Era uns vinte e poucos centímetros dentro dela… E como ela estava gostando. Até lágrimas de felicidade caia dos olhos de Daiana, que dizia que NUNCA na sua vida sentiu dentro dela um pau de verdade. Fiquei magoado, mas era pura verdade.
Com classe e gentileza, Ricardo fazia um vaivém cadenciado, sem deixar de corresponder aos beijos de Daiana. Era um casal apaixonado.
E eu fiquei ali sentado, apenas olhando e punhetando. Que vergonha! Eu me senti um inseto, um nada, um bosta ali sentado, mas com um tesão fora do comum. Meu pau parecia que ia explodir, quando eu via aqueles dois transando. Achei melhor entrar na dança. E entrei.
Eu me aproximei do casal e apalpei com carinho a bundinha de Daiana. Ele percebeu que eu queria participar e liberou a bundinha. Cai de boca naquela maravilhosa e gostosa bunda, chupando o cuzinho dela e preparando-o para penetração. Catei um lubrificante (KY) e o passei no cuzinho de Daiana. Coloquei o pinto na portinha do seu ânus e fui penetrando, aproveitando o vaivém do dois. Meu pau entrou com certa dificuldade e eu experimentei algum inusitado. Meu pau se encontrando com outro pau dentro de minha Daiana. Ela foi à loucura. “”Que delícia esta dupla penetração”, gritou Daiana, com dois cacetes em suas entranhas.
Nunca na minha vida senti tal prazer … era um tesão inigualável. Daiana rebolava e pedia mais pau, mais rola, mas cacete… empurrando a bunda pra trás e pedindo para eu enfiar tudo em seu cuzinho; grudadinha no Ricardo, ela pedia para ele meter tudo em sua bocetinha…
Não aguentei aquele clima de puro erotismo e gozei dentro do cuzinho de Daiana que sentiu o meu pau crescer, latejar e minha porra invadir seu cu. Ela ficou em êxtase total, pois Ricardo também estava gozando em sua boceta… Diana até chorou quando sentiu que também estava gozando num múltiplo orgasmo esplêndido; um prazer tão intenso que nunca ela havia sentido antes em toda sua vida sexual.
Os pintos foram murchando e saindo dos buraquinhos de Daiana, vagarosamente. Ela ficou deitada, inerte na cama, enquanto nós fomos nos lavar e saborear o lanche que chegou. Daiana tomou uma ducha e foi fazer companhia a nós. Ficamos nós três conversando sobre assuntos gerais, enquanto descansávamos, comíamos e tomávamos as bebidas pedidas por Daiana. Todos nus, um perto do outro, evidentemente que nossos pintos começaram a dar sinal de vida, em homenagem àquela beldade sensual que estava ao nosso lado esnobando suas curvas sensuais.
Ricardo, que demonstrou ter “pegada”, resolveu reiniciar a suruba e partiu para cima de Daiana que, aliás, já estava à espera de uma nova rodada de cacetes dentro dela. Desta vez Ricardo queria o cuzinho de Daiana. Ela ficou um pouco assustada pois já conhecia o tamanho daquele pinto, mas resolveu, corajosamente, enfrentar o cacetão do Ricardo. Por descargo de consciência e precaução, ela pediu a ele muito cuidado para não machucá-la e se deitou de bruços na cama, com alguns travesseiros na barriga. Sua bundinha estava ainda mais linda e sedutora à espera do maior cacete que eu já vi na vida. Com muito carinho, Ricardo iniciou a penetração, após lamber e passar lubrificante no ânus de Daiana. Em seguida, colocou sua glande no cuzinho dela e começou a comer aquele rabo gostoso. Com o lindo rostinho contraído, percebi que Daiana sentia dor, mas disfarçou, apenas gemeu baixinho, empurrando a bunda para trás, pois queria muito aquela jeba no cu. Empurrou a bunda de encontro àquele pinto até sentir o saco do macho bater em sua bunda. Satisfeita com o resultado, começou a curtir a rola no rabo.
Novamente eu me senti um pouquinho excluído. Daiana percebeu e pediu meu pau para chupar, enquanto tomava no cu. Ela fez um boquete caprichado em mim, harmonizando os solavancos do sexo anal com as chupadas no meu pau. Ela ia e vinha controlada pelo Ricardo, que segurava firme suas ancas. Daiana tirava meu pau da boca e olhava carinhosamente para mim, num sorriso de sincero agradecimento.
Naquele momento vi que aquela suruba era tudo o que Daiana queria na vida. Finalmente, estava realizada, porque encontrou, naquela tarde. o verdadeiro orgasmo múltiplo tão falado, mas nunca encontrado…

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