Luísa

Anal

Luísa
Depois de uma troca imensa de emails e mensagens, que ora roçavam a amizade e a meiguice ora se aproximavam de algo muito erótico ou carnal, eis que surgiu finalmente a oportunidade de nos encontrarmos! Estou obviamente a falar da Luisa, a mulher casada de 47 anos em busca de ombro e sexo… Ela precisou de vir a Lisboa e foi tudo combinadinho ao detalhe para não haver surpresas e desencontros, já que isso impossibilitaria o encontro uma vez que só tínhamos a hora (alargada) de almoço… No entanto, lá se foi o almoço nesse dia, pelo menos o meu! Mas não me arrependo nada e valeu bem a pena!

Combinámos às 12h30 num local perto de minha casa que ela também conhecia e 15 minutinhos antes lá saí eu do trabalho para ir ter com ela… Chego ao local combinado e não a vi… Agarro no telemóvel para lhe enviar uma mensagem e quando começo a escrever, parece-me ver alguém do outro lado da rua a acenar… Levanto os olhos e olho com mais atenção e lá está ela à minha espera, de óculos de sol na cara. Sorri, acenei-lhe também e fui ao seu encontro. Dois beijinhos, apresentações, dois dedos de conversa e ala para minha casa que ficava a menos de 2 minutos a pé do local. Senti bastante empatia e a conversa começou a fluir bastante bem, sem momentos mortos ou de indefinição em que ninguém sabia o que dizer, pelo contrário.

Fomos directos ao quarto e mais uns instantes de conversa, até que conversa para cá conversa para lá já estavamos aos beijos, de uma forma intensa e tórrida, esfomeada! Ela própria me ajudou a despir, dizendo que seria mau sujar ou amarrotar o fato e a camisa, já que não escaparia a perguntas incómodas no regresso ao trabalho. Num ápice fiquei apenas em boxers e já estavamos nuns beijos e nuns amassos a valer… As minhas mãos já abriam aquela blusa bonita e decotada e seguiam em auto-piloto em direcção aquelas mamas grandes… Mmmm como eu adoro um peito assim!

Uns olhos cor de mel bonitos, uma cara fofinha, alguns quilos a mais mas nada de exagerado, umas mamas grandes… Quanto mais descobria mais estava a gostar! Tirei-lhe a saia e deitei-a lentamente sobre a cama. Devorava-a com beijos na boca, na cara, no pescoço… Decidi atacar aquele decote e descobrir o que aquele soutien escondia realmente por baixo… Depois de muitos beijos, lambidelas e carícias nas zonas descobertas pelo soutien, desci o soutien devagar até avistar parte daqueles mamilos castanhos que já estavam duros e beijei-os alternadamente com sofreguidão, deixando a minha língua envolvê-los suavemente… Ela gemeu baixinho e ergueu o corpo ligeiramente, pelo que eu aproveitei de imediato para deslizar uma mão por baixo de si e libertar o fecho daquela peça de vestuário que enclausurava duas belas montanhas divinais… Deslizei as alças pelos ombros e vi finalmente todo o explendor de tamanha maravilha.. Olhei-as uns instantes e parti para o ataque, apalpando-as suavemente, sentindo os bicos duros nas pontas dos meus dedos, abocanhando-as de forma selvagem, chupando-as como um recém-nascido…

Enquanto isto, já estava completamente teso e roçava-me nela com força, fazendo sentir o meu membro duro deslizar de encontro a ela, tendo como intermediário as nossas peças de roupa interiores… Desci lentamente para baixo, deixando as minhas mãos ocupadas com as suas mamas e comecei a beijar-lhe a barriga e a tirar-lhe as cuecas sensuais usando apenas os dentes e a boca.. Ela içava o corpo para mim, mas eu não lhe dava ainda a atenção que ela parecia querer… Retirei-lhe as cuecas lentamente e puxei-a mais para mim… Fiz deslizar a minha língua, em bico, sobre a sua fenda já húmida… Breve gemido… Repeti a dose, aplicando um pouco mais de pressão… Gemido alto… Soprei para o seu clítoris, dei suaves beijos à volta dele, até que rocei a minha língua levemente nele… As pernas dela contrairam-se ao mesmo tempo que gemeu e me tocou na cabeça… Decidi não a fazer sofrer desta vez e entreguei-me de corpo e alma ao sexo oral… Ela já gemia sem controlo e puxava-me a cabeça para si, até que eu decidi fazer uma das maldades que mais gosto: enquanto dedicava muita atenção ao clítoris, comecei a deslizar um dedo ao longo da sua fenda, sentido-a húmida e a abrir-se para me receber… Não a penetrei…

Continuei a chupá-la e a lambê-la em movimentos imprevisíveis até que, sem ela estar à espera, deslizei um dedo dentro dela logo seguidinho de outro, começando de imediato com um vai e vém muito rápido… Ela teve um orgasmo e pouco tempo depois perguntou-me “tenho de implorar é? O que queres que faça mais?” Eu subi pelo seu corpo, rocei-me nela e fiz deslizar a cabeça dentro de si… Parei, tirei-o todo para fora e repeti o movimento… Provoquei-a repetidamente neste ritmo… Ela suspirava profundamente sempre que isso acontecia, até que me deixei ir e a penetrei completamente… Ela gemeu e as pernas dela transformaram-se em tenazes, não me deixando sair… Comecei a entrar e a sair dela, de uma forma lenta mas com penetrações profundas, sentindo-me a deslizar dentro dela… Senti-a apertar-me dentro de si e fui aumentando o ritmo, ouvindo os seus gemidos… Aquilo estava a deixar-me louco!

Debrucei-me sobre ela e comecei a apalpar-lhe uma das mamas, enquanto chupava a outra… Ao mesmo tempo, penetrava-a ora com estocadas fortes e rápidas, ora com estocadas mais lentas… Estava a chegar ao auge e disse-lhe isso… Ela estava molhadíssima e perto de se vir também, mas parecia-me que não ia aguentar até ela se vir também… Ela pediu-me para não parar e apertou-me mais ainda… Pronto, era a gota de água final que faltava… Enterrei-me nela e deixei-me ir naturalmente, sem tentar conter mais… Vim-me, vim-me imenso, mas continuei a bombar nela durante mais uns minutos, que foram suficientes para que ela atingisse novamente o orgasmo… Sentia-a contorcer-se, adorei! Ficámos ali aos miminhos, comigo ainda dentro dela, a trocar carícias, palavras meigas, beijinhos… Eu ia-me mexendo de vez em quando dentro dela enquanto não perdi a erecção e ela delirava com isso!

Esta mulher andava claramente necessitada… Não tem o que necessita em casa, o que é uma vergonha… Tanto se queixam os homens que as mulheres são inibidas e não gostam de sexo e que é monótono e não sei quê, para depois deixarem uma mulher como a Luísa assim carente desta forma… Enfim… Ainda por cima, uma mulher desinibida e que não tem medo em dizer o que gosta, o que quer e faz aquilo que muitas mulheres no seu íntimo têm vontade mas que se tornam receosas e com medo de reacções negativas se o fizerem…

Mas felizmente a Luísa não é nada assim… Fez-me deitar de barriga para cima, fazendo com que saísse finalmente de dentro dela e dedicou-se de imediato ao sexo oral, retribuindo o prazer que já tinha tido… Colocou-me imediatamente na sua boca e começou a chupar, a lamber, sentindo-me crescer dentro da sua boca… Escusado será dizer que rapidamente fiquei com uma tesão doida! Normalmente quando estou nesta posição, e ainda por cima depois de me ter vindo daquela forma, consigo recuperar a erecção rapidamente, mas demoro imenso a vir-me novamente… Mas a Luísa foi persistente, não desistiu e após uns largos minutos, foi recompensada com nova dose de leitinho, bem na sua boca… Curiosamente, e isso sim de facto surpreendeu-me, não deixou escapar uma única gotinha do meu néctar e conseguiu apanhar tudo com a sua boca… E o que mais me surpreendeu ainda foi que, sem eu sequer ter tempo de recuperar e ter reacção para falar, ela engoliu tudinho e mostrou-me a sua boca sem nada de nada no seu interior! Gostei! E para lhe demonstrar que tinha gostado, não tive nenhum pudor em beijá-la quando ela me ofereceu a sua boca para um beijo tórrido!

Já com o tempo de almoço a esticar-se, fomos tomar um banho em conjunto, sempre com muitos amassos pelo meio, beijos quentes, toques atrevidos… Pelo meio, ficaram as promessas de novo encontro, com mais tempo disponível e com mais coisas “marotas” pelo meio… Confessou-me que da próxima vez queria estar de gatas e sentir-me invadir o seu rabinho com prazer, que queria sentir o meu orgasmo bem dentro do seu rabo… Hum… Bem, isto promete!!! Estou ansioso pela próxima vez! Vai ser uma delícia, não só pelo anal, mas principalmente por tudo o que pudermos fazer em conjunto, pela quantidade e qualidade de orgasmos que havemos de ter e finalmente para o cheiro a sexo que há-de ficar neste quarto onde escrevo agora!

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