Interior

Interior
Vou contar como rolou um lance com um amigo, quando eu tinha 17 anos e trabalhava em um escritório numa cidadezinha do interior.
Trabalhávamos juntos já há um ano e pouco e de colegas viramos amigos. Gil era mais velho, tinha 19 anos e tinha um cargo mais elevado que o meu. Nessa época, éramos bem pegadores e a gente ficava com quase todas as meninas da pequena cidade. Nem sempre rolava sexo, a maioria delas só queria ficar mesmo, mas tinha algumas que gostavam de trepar. Eu já havia comido umas três delas. Já o meu amigo tinha comido várias!
Quando chegávamos de manhã, a gente alimentava uns animais que nosso patrão criava atrás do escritório. Tinha cabritos e porcos, só íamos lá e colocávamos ração. Então, sempre aproveitávamos pra dar uma mijada antes de ir trabalhar e foi nessas mijadas que eu vi o pau do meu amigo. No começo a gente se virava de costas, mas depois foi ficando natural mijar de frente um pro outro. O pau do Gil não parecia tão grande mas mesmo mole parecia rijo. Ele sempre começava a mijar com a cabeça do pau coberta e então arregaçava pro mijo sair mais livre, sempre com o pau todo pra fora da calça, bem visível. Tinha a pele clara e muitas veias no tronco, visíveis mesmo com o pau mole. As vezes até parecia que estava um pouco duro. Eu não conseguia desviar o olhar.
Eu percebia que ele ficava olhando para o meu caralho também. O meu era mais grosso, mesmo mole, embora praticamente do mesmo comprimento do dele. Só que eu tinha uma fimose parcial e meu pau não arregaçava totalmente com facilidade, então eu sempre estava com metade da cabeça de fora. Meu pau é de cor escura e também tem veias bem definidas. Foi assim que um dia Gil começou a mijar antes de mim e me deu um baita tesão. Tirei o meu pau meio duro pra fora, tava grossão e medindo uns 17 centímetros.
Gil falou: “ehh cara, e esse pau duro aí?”
Eu dei risada e falei: “Sei lá, falta de punheta decerto, hahaha.”
Continuei mijando enquanto ele acabou e continuou mexendo no pau, até que começou a endurecer também. Em segundos tava durão e era um tesão de pau, cheio de veias, comprido e torto pra cima e para o lado esquerdo. Ele arregaçava e cobria, arregaçava, cobria e arregaçava de novo, mostrando uma cabeça bem lisa e definida, com um sulco fundo na base.
“Estamos pro crime hoje!” eu falei. Eu já tinha acabado de mijar e segurava meu pau durão pela base, mostrando bem o tamanho e a grossura. Metade da cabeça pra fora e a outra metade bem visível por baixo da pele fina e apertada.
“Vamos ter que sair pegar umas muié hoje!” ele falou, e começou a guardar o pau duro, enfiando com dificuldades dentro da calça.
Eu concordei e também guardei o meu. Lá fomos os dois trabalhar com a maior barraca armada.
Nos próximos dias, tudo correu normalmente. A gente ia lá atrás de manhã, as vezes um mijava, as vezes o outro, sempre um olhando discretamente no pau do outro.
Foi então que precisamos fazer um serviço fora, em uma localidade vizinha, bem no interior. Ficaríamos uma semana lá, numa casa alugada pelo nosso patrão. Gostamos da ideia, pois conhecíamos umas menina de lá e poderíamos dar uns pegas.
Dito e feito, chegamos lá e já após o trabalho íamos na casa de uma delas, onde meu amigo ficava com a Sandra e eu com a Guta, duas loiras deliciosas do interior, muito safadinhas. Mas até o segundo dia, não tinha rolado nada além de pegação, pois elas não podiam sair de casa a noite. Foi assim que nesse dia, depois de uns pegas bem dados, voltamos pra casa. Chegamos, sentamos cada um numa poltrona e meu amigo comentou:
“Caralho! Que tesão! Fiquei doido com aquela polaca. Preciso tocar uma punheta hoje senão tá foda!”
Ele disse isso enquanto alisava seu pau por cima da bermuda e parecia estar duro. Eu me estiquei na poltrona e também mostrei meu pau meio duro, dizendo:
“Não é só você, meu amigo! Eu também fiquei taradão!
Eu disse isso e resolvi abaixar minha bermuda, libertando meu pau que já ficou bem durão. E disse:
“Olhe, bem que a minha polaca podia estar aqui pra me chupar bem gostoso.”
Ele riu e começou a me zoar, enquanto também abaixava sua bermuda e tirava seu pau duro.
“Hahaha! Esse teu pau que não arregaça? Não sei se ela vai curtir!”
“Mas claro que vai! Esse pauzão grosso aqui, vai adorar. E você? Com esse pau seco e torto aí. Hahaha” eu brinquei.
Gil então pulou pro meu lado na poltrona e falou:
“Ah, seco é? O meu é duro, muito duro, veiudo! Pegue aqui, veja que pau durão!”
Meio que sem pensar, eu levei a mão e peguei no seu pau. Realmente tava muito duro, pulsava na minha mão. Gil então se deu conta e falou:
“Cara, ce ta pegando no meu pau…”
“É mesmo! Nossa… então pegue no meu também.” eu disse, enquanto alisava seu pau.
E ele pegou mesmo, segurou meu pau durão e falou:
“É, ta duro mesmo! Mas não arregaça! Hehe.”
“Puxe a pele.” eu disse. “Pode puxar, não doi.”
Ele puxou, forçou um pouco a pele fininha e apertada e então a cabeça do meu pau saltou. Junto, escorreu bastante baba, que ele espalhou e continuou alisando meu caralho. Já eu brincava com aquele pau da pele solta, arregaçando e cobrindo a cabeça, até que a baba também escorreu. Peguei nos dedos e espalhei na cabeça, devagar. Ele gemeu, falou:
“Cara, to pela boa de esporrar. Já tava foda pelos amassos na polaca e agora… ahhhh”
Segurei seu pau arregaçado e a porra esguichou. Muita porra, em sua camiseta e espirrou até na sua cara! Gil aumentou o ritmo da punheta no meu pau e eu senti que também ia gozar e não deu outra. Mandei ver nos jatos fortes de porra, no meu peito, na cara e no cabelo. Gozei pra caralho!
Ele então soltou o meu pau e continuou ali, esticadão na poltrona com o pau de fora, já meio mole. Então eu continuei a brincar com seu caralho. Passaram-se uns cinco minutos e começou a endurecer de novo. Logo tava durão igual a antes e ele continuava deitado, com os olhos fechados, como se dormisse.
Foi aí que fiz a maior ousadia até então, segurei aquele pau duro e arregaçado e lambi a cabeça. Ele só deu um gemido e não disse nada. Eu continuei e passei das lambidas pra chupada. Passei a engolir aquele caralho torto e veiudo, lambendo a cabeça e sugando a baba que voltou a escorrer. Continuei chupando e dava pra sentir a textura das veias inchadas. Segurava no saco, deixava bem firme e lambia de cima a baixo, voltando pra cima e passando a ponta da língua no sulco abaixo da cabeça. Foi aí que senti que Gil ia gozar. Deu um gemido mais forte, seu pau pulsou, as veias incharam e então eu mal tirei da boca e veio um jato de porra, que pegou na minha cara. Assim vieram outros até que acabou e eu dei uma última chupada, até soltar do seu pau e pegar no meu, que estava a ponto de gozar também. Só dei umas punhetadas e gozei, quase mais que da primeira vez, atingindo minha cara também.
Nos esticamos nos sofás e acabamos por dormir ali mesmo, satisfeitos. Dormimos a noite toda, até acordar no outro dia com… adivinhem, com o pau duro!
Após as sacanagens com as meninas, de tocarmos punheta um pro outro e eu chupar o pau do meu amigo, voltamos a nossa rotina de trabalho no escritório. Mas claro, nunca mais foi a mesma coisa, pois agora direto rolava sacanagem. De manha sempre, um ou outro estava mais atacado e com o pau duro quando íamos alimentar os animais. Aí sempre rolava uma pegada no pau do outro e acabávamos os dois de pau durão.
Outras vezes, estávamos no meio do expediente e tinha uma das mesas que ficava mais atrás, com uns arquivos na frente. Então um sentava lá pra fazer algo e logo depois chamava o outro:
“Venha aqui ver uma coisa.” – Ele dizia
Eu já imaginava o que seria. Iá até lá e o Gil estava com o pauzão duro pra fora da calça. Tava ali, arregaçadão, cheio de veias, com ele alisando com uma mão enquando fingia que trabalhava com a outra. Óbvio que eu também já ficava com o pau duro e a vontade era bater uma punheta. Mas não dava, naquele momento. Então esperávamos o fim do expediente e se nosso patrão não estava, fechávamos a porta e batíamos uma antes de sair, ou batíamos uma pro outro. As vezes ficávamos esfregando um pau no outro, alisando, até esporrar. O pau do Gil, que tinha a pele comprida e elástica, dava pra fazer um “docking” perfeito. M esmo o meu pau sendo mais grosso, dava pra acomodar bem a cabeça e parte do tronco dentro do prepúcio do Gil.
Assim passávamos o tempo, pegando a mulherada e brincando com nossos caralhos, como bons amigos.

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