Esplanada

Blowjob

Esplanada
Estava eu na esplanada, como habitualmente à espera de quem não nunca mais chega!

Voluptuosa passas em minha frente! Fico preso no teu olhar malicioso. Sigo-te por entre cadeiras, mesas, gente que não sabe onde se sentar. Segues em direcção ao interior do café!

De forma atabalhoada sigo, como se não te seguisse!

Voltas a cabeça e eu volto a ficar prisioneiro do teu sorriso malandro. Lambes o lábio superior e piscas o olho!

perguntas ao empregado do balcão onde fica o wc, eu ultrapasso-te e chego primeiro ao hall de entrada dos wc’s masculinos e femininos!

Agarro-te pelo braço!

Arrasto-te para dentro do wc feminino!

Tens um vestido esvoaçante, que me permite facilmente agarrar as tuas ancas enquanto te beijo, para te calar. Deixo a porta fechada quando abro o decote, de uma só vez deixo as tuas mamas expostas!

Sempre com os teus lábios colados levanto-te uma perna que acomodas em cima da sanita!

Baixo-me e descubro que não trazes cuecas, a tua cona completamente pelada está aberta como uma flor para eu cheirar. Fecho os olhos para sentir melhor o cheiro doce e um sabor levemente salgado que os grandes lábios guardam como um tesouro.
Tu agarrada aos teus peitos massajas-los e apertas os mamilos, eu continuo a passar a minha lingua pela tua cona.

viro-te contra a parede do wc, e esfrego as minhas virilhas no teu rabo macio, enquanto ferro as minhas mãos nas tuas ancas, com uma mão abro a braguilha e ponho de fora a minha piça dura que salata para o rego do teu cu! Enquanto uma mão te empurra contra a parede, outra afasta os dois globos que são as tuas nádegas e expõem um cândido rego que termina numa cona sumarenta!

Passo a minha piça na tua cona molhada e subo à procura du cu onde a vou esconder por instantes, a mão livre está agora sobre a tua mão que te equilibra contra a parede.

Os teus lábios procuram os meus e eu deixo um pouco de saliva sobre eles, que tu espalhas com a tua lingua rosada!

Penetro lento mas seguro o teu cu, tu estremeces de prazer ou será de dor?

Respiras fundo, à segunda estocada sinto o teu prazer.

Recolho na minha mão o sumo da tua cona que de tão molhada me enche a mão, levo à minha boca, sacias a minha cede.

Viro-te para mim e novamente com uma perna na sanita penetro-te na cona.

Estocada a estocada vais gemendo sem perceber que lá fora nos ouvem!

Estamos quase a vir e tu pedes para tirar e dar-te a piça e baixas-te para ma chupar, eu venho-me na tua boca, na tua cara, no teu peito.

Trocamos de posição e agora sou eu que te chupo vens-te na minha boca, tanto sumo que tenho dificuldade em bebe-lo todo é tão saboroso!

estás aflita pedes-me para dar espaço queres fazer um xixi!

Eu olho para ti, fazes de pé!

Eu com a mão ma piça, volto a ficar duro com o espectáculo que estou a ver!

Desta vez ainda não tinhas acabado de fazer o teu xixi, já eu te punha de cocuras sobre a sanita e enterro-te na cona a minha piça renascida. Assim estocada a seguir a estocada fodo-te tremem-te as pernas, seguro a tua cintura. Em movimento ritmados fodo-te na cona até teres um novo orgasmo!

Beijamos-nos como dois amantes satisfeitos, arranjamos-nos. cá fora o sol está quase a por-se.

Cada um para seu lado, seguimos até que a sorte nos junte!

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